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O Movimento Repensando Maringá, que culminou com a criação do CODEM, definiu a Maringá esperada para o ano 2020, como esforço de programação de longo prazo da cidade desejada para o futuro.Essa definição constituiu-se no norte orientador das ações e da construção de políticas de desenvolvimento econômico do CODEM. Foram as seguintes principais definições, por área, para a Maringá de 2020.

1. ÁREA COMUNITÁRIA

O crescimento da cidade deve ser planejado de maneira a consolidar-se como cidade de porte médio com população aproximada de 500.000 habitantes. A qualidade de vida deve constituir-se no principal objetivo da sociedade, compreendendo melhor distribuição da renda, elevados padrões de renda, educação, saúde, saneamento, habitação, comunicação, transporte, segurança, etc., e o desenvolvimento harmônico do maringaense em artes, música, filosofia, folclore, literatura, esporte, lazer e línguas. O planejamento urbano deve integrar o desenvolvimento humano com a natureza, de maneira a harmonizar o homem e a natureza. A sociedade civil deve ser organizada e representativa. Maringá deve constituir-se no local onde o ser humano possa ser plenamente feliz com a sua dignidade respeitada num ambiente de plena liberdade.

2. ÁREA UNIVERSITÁRIA

Transformar Maringá em centro de excelência de desenvolvimento científico e tecnológico e de formação universitária. As demandas, necessidades e/ou deficiências regionais devem ser objeto de profunda investigação e domínio no sentido de identificar os meios de atendê-las ou superá-las. A formação empreendedora deve se constituir em matéria curricular dos ensinos superior e médio.

3. ÁREA DE INTEGRAÇÃO TECNOLÓGICA

O crescimento econômico deve ter como fim último o desenvolvimento social e o seu processo contínuo deve buscar sustentabilidade com controle e preservação ambiental. Portanto, o que se pretende é que a cidade se torne um centro avançado de integração tecnológica, com capacidade para desenvolver e aprimorar produtos e serviços.

4. ÁREA DE INVESTIMENTOS

As oportunidades de negócios devem ser criadas para o aproveitamento dos vazios setoriais e para o alongamento da cadeia produtiva, privilegiando a agroindústria, as atividades de alta agregação de valor e intensivas de tecnologia. Os investimentos em turismo e lazer devem merecer atenção especial.

5. ÁREA DE AGRICULTURA E AGROINDÚSTRIA

Consolidar Maringá como pólo agroalimentar de base tecnológica, com agricultura empresarial forte, diversificada e internacionalmente competitiva.

6. ÁREA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS

Aperfeiçoar a vocação de centro prestador de serviços, consolidando a cidade como pólo de excelência de serviços de educação e de saúde e aperfeiçoa-la na realização de eventos e nas atividades de turismo, lazer, artes, arquitetura e urbanismo e gastronomia, entre outras.

7. ÁREA DE COMÉRCIO EXTERIOR

Atribuir à cidade a função de centro internacional de comércio, com a constituição de um portal do Brasil e do Resto do Mundo para o MERCOSUL.

8. ÁREA DE GESTÃO EMPRESARIAL

Caracterizar Maringá como um centro de formação e treinamento de recursos humanos para diversas áreas da produção e da gestão industrial e de serviços, mediante a instalação de Centro de Tecnologia Industrial, de Incubadoras Tecnológicas e um Centro de Empreendedorismo, visando a consolidação de uma Tecnópolis. O objetivo é o de alcançar modelo econômico sustentável, com atividades de grande agregação de valor que proporcionem elevados níveis de emprego e renda à população local.

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