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DESENVOLVIMENTO

Maringá é a 8ª melhor cidade do Brasil e a melhor do Paraná para criar filhos

Foi divulgado com exclusividade para EXAME.com o ranking feito pela Delta Economics & Finance das melhores cidades do Brasil para criar filhos, dentre 100 cidades analisadas. Maringá é classificada como a 8ª melhor do país, e a melhor do Paraná. Dentre as demais cidades paranaenses analisadas estão Curitiba (10ª no ranking nacional e 2ª no ranking estadual), Londrina (27ª no ranking nacional e 3ª no ranking estadual), Cascavel (32ª no ranking nacional e 4ª no ranking estadual), Ponta Grossa (51ª no ranking nacional e 5ª no ranking estadual), e Foz do Iguaçu (65ª no ranking nacional e 6ª no ranking estadual).

Índices de Maringá comparados com a primeira colocada do ranking

Índices: Maringá – Florianópolis
IDHM: 0,77 – 1,00
Governança: 1,00 – 2,00
Bem-estar: 5,17 – 5,81
Econômica: 6,61 – 7,17
Domicílio: 4,96 – 4,83
Saúde: 5,78 – 6,09
Educação: 7,21 – 7,81
Segurança: 1,69 – 1,79
Nota Final: 33,20 – 36,52
% possível: 69,16 – 76,07

As grandes cidades para criar seus filhos

Elevadas taxas de violência, custo de vida nas alturas e baixo índice de qualidade de vida. Parte das grandes cidades brasileiras exibe uma porção de características que conspiram contra a possibilidade de educar filhos de uma maneira tranquila. Mas as cidades que encabeçam a lista fogem desta sina. Florianópolis, primeira do ranking elaborado pela Delta Economics & Finance com exclusividade para EXAME.com, é uma prova disso. Com quase meio milhão de habitantes, a cidade tem o terceiro maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) do Brasil, que mensura a renda, longevidade e educação de uma dada população. No extremo oposto está o munícipio de Santarém, no Pará. Com um IDHM considerado médio, a cidade teve as piores pontuações nos oito critérios analisados.
Para chegar ao ranking, foram consideradas 48 variáveis que medem as condições que cada cidade oferece para o desenvolvimento de uma criança ou adolescente como infraestrutura de saúde, taxas de longevidade, educação e segurança pública (veja quadro abaixo e a metodologia completa). No entanto, das 100 cidades com mais de 260 mil habitantes analisadas, nenhuma conseguiu conquistar, no mínimo, 80% dos pontos possíveis. Para se ter uma ideia, a nota final de Florianópolis foi 36,52 – apenas 76% do total de pontos possíveis. O problema para alguns municípios analisados foi a falta de políticas públicas voltadas para mulheres ou a elaboração da Agenda 21 local – fato que rendeu zero no quesito governança para nove municípios.

Para conhecer o ranking completo, acesse: http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/as-melhores-e-piores-cidades-do-brasil-para-criar-filhos/ss-BBi9cqI?ocid=mailsignoutmd#image=1

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